domingo, 1 de janeiro de 2012

SABEDORIA E CONSELHOS PARA UM NOVO ANO


* Ao acordar, abra o melhor sorriso que puder e dê à vida seu bom dia;

* Agradeça a Deus por mais um dia que começa, pela natureza, pelas crianças, por sua família, pelo amor, etc;

* Expulse de sua mente todo e qualquer sentimento de desânimo, de ressentimento, de vazio, de medo ou de solidão;

* Faça sempre o melhor que puder, dentro de suas possibilidades, quer seja no trabalho ou nos estudos;

* Seja um(a) admirador(a) das artes, leia poesias, se deixe encantar por uma bela melodia, aprecie a sutileza de uma pintura ou de uma escultura;

* Nunca apresse demais os seus passos, acabará cansado, e talvez nem chegue onde deseja, porém não seja vagaroso, nem parado no tempo. Cada coisa tem seu momento, sua hora, sem atrasos ou precipitações;

* Seu rosto é como um cartão de visita para quem o vê. Já pensou em enfeitá-lo com um belo sorriso ?

* Escolha sempre o caminho da virtude. O vício não é caminho, mas um atalho para o mal;

* Nunca inveje a felicidade dos ímpios, pois ela é falsa e efêmera, além de ter sido construída na desgraça alheia;

* Fale sempre a verdade, por mais dolorosa que possa ser, por mais dura que seja, por mais desafetos que possa causar, é sempre melhor dizê-la;

* Seja sempre aquilo que você é, sem querer imitar ninguém, nem se deixe levar pelos modismos impostos pela mídia;

* Escolha bem seus amigos(as), eles(as) podem ser sua sorte ou sua desgraça;

* Ame-se antes de amar os outros;

* O hábito pode até não fazer o monge, mas chama a atenção para a missa, assim é a maneira de se vestir, o tipo de roupa que você vai usar acabará causando uma impressão (boa ou má) nas pessoas;

* Nunca cobre demais de si mesmo. Acabará estressado e frustrado;

* Ouça os bons conselhos, eles podem ser as setas que faltavam para indicar o seu caminho;

* Fale menos palavrões, ou melhor, não fale;

* Nunca deixe para resolver amanhã as divergências, as mágoas, os ressentimentos, pois eles podem crescer e machucar seu coração;

* Perca com ética e honra, mas nunca ganhe com a trapaça e a mentira;

* Na hora da raiva, ou quando sentir ódio, fique calado para não destilar palavras que ferem como facas;

* Antes de falar mal dos outros se olhe num espelho, e pense no mal que pode estar em você;

* Chore, mas nunca faça ninguém chorar;

* Crie e recrie a criação de Deus a cada momento de sua vida;

* Troque o sexo fácil de uma noite pelo amor "difícil" de uma vida;

* Antes de consumir qualquer coisa, analise se compra por necessidade ou por vaidade mesmo ?

* Da lama nascem flores, assim como o deserto pode ser fértil, para demonstrar que ninguém pode ser exclusivamente mal, a ponto de não praticar um gesto de bondade;

* Gaste apenas o necessário, pois o dinheiro que você gasta a mais hoje pode ser o dinheiro que faltará amanhã;

* Evite fazer dívidas que originarão mais dívidas ...;

* Não queira impor confiança nas pessoas que o cercam. Confiança não se impõe, se assimila com o tempo e as atitudes;

* Seja humilde a ponto de não querer ser superior a ninguém, mas também não deixe ser rebaixado, nem humilhado em sua dignidade;

* Antes de querer arrumar a casa dos outros, arrume a sua casa;

* Sonhe, ainda que seja acordado, quem não sabe sonhar, transforma a vida num pesadelo;

* Olhe para os céus, mas mantenha os pés no chão;

* Tenha sempre objetivos para a vida, sem eles você perde o rumo e não vai a lugar nenhum;

* Nunca subestime uma esperança, ela pode ser a última coisa ao qual possamos se apegar;

* Creia, ore, acredite, mas também respeite quem não crê, não ora e nem acredita;

* Não imponha sua fé para os outros. Fé se vive de dentro para fora, nunca de fora para dentro;

* Divida, quando não puder dividir, empreste, mas não deixe de saborear o sabor da partilha;

* Saiba agradecer, mesmo quando a pessoa a quem somos gratos, apenas cumpriu o seu dever;

* Aja com bondade, mas não se prevaleça disto, pois ser bom não é privilégio, e sim uma obrigação moral;

* Idade nem sempre significa maturidade, não queira ser adulto cedo demais;

* Mantenha seu coração limpo e puro dos pensamentos licenciosos que levam para a luxúria e a perdição;

* Alivie a dor de seu semelhante, quer seja com o consolo da palavra, ou com gestos concretos de solidariedade;

* Julgue com justiça, quando for necessário, meça as palavras antes de acusar alguém;

* Palavras convencem, mas exemplos arrastam.

Autoria das frases: José Ricardo de Souza.

ANIVERSARIANTES DO MÊS - Janeiro


1° - Erika da Silva

10 - Anderson Nascimento

10 - Bruna de Arruda

11 - François Miterrand

13 - Yasmim Karolliny

16 - Vinícius Martiniano

17 - Marcela Fernanda

18 - Ítalo Rafael

18 - Sayonara Stefane

21 - Cristian Dias

21- Daryana Santana

29 - Sérgio Freire

Aos primeiros aniversariantes de 2012 meus sinceros parabéns.
Nunca se esqueçam que a vida foi Deus quem lhes deu de PRESENTE.
Por isso, devem vivê-la intensamente, buscando alcançar seus objetivos.
Desejo a todos(as) vocês muita paz, saúde e felicidade, sempre.

Prof° José Ricardo

sábado, 31 de dezembro de 2011

A ÚLTIMA POSTAGEM DE 2011


Com 3714 visualizações fechamos este ano de 2011.

A todos vocês, educandos do EREM Profª Amarina Simões, que contribuíram para o sucesso deste Blog, meus sinceros agradecimentos.

Por todas as vezes que conseguimos fazer deste Blog um meio de informação rápida e eficaz, sentimos que cumprimos nosso propósito, que este Blog que começou modestamente e sem grandes pretensões, é um sucesso entre os alunos do EREM Profª Amarina Simões.

Para todos vocês meus sinceros votos de um feliz 2011.

Que não lhes falte a saúde, a paz e sobretudo a fé.

Esperamos estar juntos mais uma vez em 2012, como sempre informando e inovando no Blog.

Aos meus amigos(as), um caloroso e afetuoso abraço.

Prof° José Ricardo

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

LISTAGEM FINAL DOS APROVADOS - 2011


Copie e cole o link em seu navegador:

1° Ano A => http://www.4shared.com/office/vBI-Pv4k/Aprovados_-_1_Ano_A.html

1° Ano B => http://www.4shared.com/office/stkbG7OO/Aprovados_-_1_Ano_B.html

2° Ano A => http://www.4shared.com/office/Rcy33EwE/Aprovados_-_2_Ano_A.html

sábado, 24 de dezembro de 2011

NATIVIDADES - um novo sentido para a festa de Cristo


por José Ricardo de Souza*

Passados mais de dois mil anos do nascimento de Cristo, segundo o calendário cristão gregoriano, a humanidade mais uma vez celebra as comemorações do natal. As festividades natalinas envolvem emocionalmente qualquer mortal da nossa civilização ocidental cristã. E tudo isso gira em torno do nascimento de uma pessoa muito importante para a humanidade: Jesus Cristo. Segundo contam os evangelhos, Ele nasceu numa manjedoura, local onde eram guardados os animais à noite, privado de qualquer conforto ou bem material, o que confere ao fato um significado especial: o Filho de Deus não nasceu num berço de ouro como um príncipe de sua época, nem era filho de nobres abastados, sua entrada no mundo terrestre se dá exatamente entre os pobres e excluídos de seu tempo. Seus pais, Maria e José, pertenciam a um grupo pobre de Judá, sem grandes posses e ainda por cima sob o jugo do poderoso Império Romano.

O nascimento de Cristo traz a primeira lição dos evangelhos, embora nenhuma palavra expresse isso no texto sagrado, fica clara nas entrelinhas a lição de humildade de Jesus Cristo, algo que aliás, Ele mesmo destacaria mais adiante. E mais, no primeiro natal da humanidade não havia sequer lugar para aquela pobre família descansar, sentir-se acolhida, e para Maria receber Seu Filho. Fica a questão: e hoje será que há lugar para todos nos nossos natais, sem distinção de classe social, de cor, de sexo, de nacionalidade, ou será que continuamos tão preconceituosos quanto os moradores de Belém que recusaram receber à Maria e seu esposo?

Infelizmente, pouco ou quase nada aprendemos do verdadeiro sentido do nascimento de Cristo. Os nossos natais perderam o caráter religioso para transformarem-se em meros reprodutores do consumismo desenfreado, alimentado pelas ilusões dos shoppings e das promoções da vida. O elemento motivador já não é mais o Cristo, mas o presente mais caro, a roupa mais bonita ou a ceia mais farta. Para o natal, pensam em tudo, menos na principal pessoa dessa festa, esquecem o principal, o aniversariante, Jesus Cristo.

As cidades iluminadas e coloridas escondem apenas o óbvio, seres descartados ou descartáveis pela sociedade de consumo, aqueles que não tem sequer um mínimo para sobreviver com dignidade. Pequeninos, excluídos, empobrecidos, esquecidos, não estaria Cristo escondido em cada um deles. Penso que se Cristo nascesse hoje, seria tão discriminado quanto o foi em sua época, pois custa-me acreditar que Jesus nasceria num apartamento de cobertura com vistas para o mar. Talvez nascesse numa favela, ou entre mendigos de rua. E isso não desmereceria sob nenhuma hipótese o propósito de sua missão: mostrar aos homens o quanto estamos enganados a respeito de nossas concepções de vida, de fé e de Deus, e como precisamos mudar nosso modo de ser e viver.

O mistério do natal está longe das grandes e pomposas celebrações que realizam-se nas catedrais, distante dos banquetes dos opressores e poderosos, afastado dos princípios capitalistas do deus mercado e longe do fascínio do luxo e do poder que escravizam os seres humanos. O natal identifica-se mais com a solidariedade das mãos que cobrem quem não tem agasalho, que saciam quem sente fome e sede, que partilham o pouco com muitos que nada tem. No natal de Cristo, pés não servem para afastar-se dos irmãos, mas para irem ao encontro, principalmente daqueles menos afortunados. E aos olhos cabe a missão de enxergar mais além, não apenas o ser humano que habita num corpo frágil e inconseqüente, mas o próprio filho de Deus, a essência do Cristo que vive e habita em cada um de nós.

O natal não é, e não podemos deixar que transforme-se, numa mera festa profana, sem vínculos religiosos, atrelada aos sensacionalismos consumistas da mídia e das estratégias arrojadas de marketing, visando apenas o lucro fácil e sem escrúpulos, ou como ouvi certa vez, ”transformaram o natal num velhinho idiota que só pensa em comprar e gastar, gastar e comprar”.

Apesar de todo esse esforço em desvirtuar o natal dos ensinamentos de Cristo, ele resiste como um dos momentos mais marcantes da liturgia cristã, uma época cujos encantos e magia catalisam até o coração mais rude e insensível. É como se a humanidade parasse um pouco sua louca corrida rumo ao caos e aos prazeres materiais e carnais e percebesse quantas lições simples e úteis foram deixadas no nascimento de Cristo. Pena que pouco conseguimos beber dessa fonte de inspiração e ação divinas.

O sentido do natal transcende nossa limitada sabedoria humana. Vai muito mais além do que uma noite para festas e comemorações familiares. O natal ou natalle, como escreviam os antigos é convite para outros nascimentos além do de Cristo. Mostra-nos o quanto precisamos nascer em atitudes, pensamentos e palavras que expressem a nossa fé naquela criancinha de Belém, que numa noite tão longínqua trouxe para a humanidade uma nova mensagem de paz, esperança e amor.

Para nós, pouco importa se, de acordo com as pesquisas históricas, Cristo nasceu no ano 3 antes do calendário Cristão, ou se o vinte e cinco de dezembro foi uma data escolhida pela igreja medieval para facilitar a conversão dos bárbaros ao cristianismo, pois é nessa data que ocorre o solstício (dia em que o sol está no ponto mais alto do perímetro celeste) no continente europeu e era nesse dia que tais povos realizavam festas pagãs para homenagear suas principais divindades. Talvez, jamais saberemos a data exata do nascimento de Cristo, o mais provável de acordo com os cronologos, pessoas que estudam datas e calendários, é que tenha ocorrido nos meses de maio ou julho.

Todas essas especulações são indiferentes, quando lembramos que o vinte e cinco de dezembro é a data em que comemoramos e celebramos o nascimento de Jesus Cristo. Para nós, cristãos, isso é o essencial, o resto pode ser questionado ou estudado. Mas a essência do natal jamais se encontrará nos livros ou em tratados extenuantes de filosofia. Ela está bem guardada nos corações dos pequenos, dos humildes, dos caridosos, dos iluminados pela luz da fé. Aos sábios, ela pareceu uma loucura, uma utopia ou uma quimera, mas aos simples ela revelou todo seu esplendor, toda a singeleza de uma nova mensagem: amai-vos uns aos outros, este é o meu mandamento.

Feliz Natal. É o mínimo que posso desejar-lhe amigo leitor, pois só você é capaz de fazer nascer o Cristo, que habita em seu coração. Só assim você descobrirá um novo sentido para o natal.

* historiador, professor, escritor; membro da Academia de Letras e Artes da Cidade do Paulista.

UM CONTO DE NATAL


Alguns dias antes do Natal, um certo homem, de posses e muito rico, foi à uma Igreja, e lá ficou triste e deprimido ao ver Jesus pregado na cruz. "Como o Senhor está magrinho", pensou ele. Então, ele resolveu convidar Jesus para cear na sua casa, na noite do Natal. Com um gesto no olhar, Jesus aceitou o convite. A partir daí, o homem se preocupou com os preparativos do grande banquete. Tomou todos os cuidados para que nada faltasse do bom e do melhor, afinal iria receber o próprio Jesus Cristo. Convidou também seus amigos riquíssimos, e forrou toda a casa com bonitos arranjos e cortinas.

Na noite marcada, 24 de dezembro, todos estavam a espera do ilustre convidado, quando alguém bateu à porta. Era um mendigo, que suplicantemente implorava por um resto de comida. Botaram ele para fora do refinado recinto, e nada lhe deram. Outra pessoa bateu à porta. Era um rapaz sujo de óleo e graxa que pedia auxílio para consertar seu carro que havia quebrado na estrada. Como estava muito sujo, não lhe deixaram entrar, e também não o ajudaram. Nova batida. Ao atenderem, era uma mulher com uma criança de colo, pedindo um abrigo para passar a noite. Infelizmente, mandaram a mulher embora, pois não havia ali lugar para gente pobre e mal vestida.

A madrugada foi chegando e nada de Cristo aparecer. Um a um, os convidados se retiraram decepcionados. No dia seguinte, o homem foi até a Igreja reclamar à Jesus sua ausência na festa da ceia. Indignado, Jesus, retrucou-lhe: "como não estive lá, apareci por três vezes e não me deixastes entrar"! O homem ficou intrigado, mas Jesus tirou-lhe a dúvida: "primeiramente, fui como um mendigo, e nada me destes. Depois, apareci com um rapaz precisando de uma ajuda, mas ainda assim, não me auxiliastes. Pensei que na figura de uma mulher com uma criança ao colo, me acolhesse melhor, mas mesmo assim recusaste minha presença. Nada pude fazer, senão voltar para o banquete na casa do meu Pai, junto com meus irmãos empobrecidos, marginalizados, excluídos, os pequeninos do reino dos homens; mas acolhidos no reino de Deus". Só então, o homem rico pôde perceber a figura de Cristo em cada um dos pobres e excluídos de seu tempo. Neles, Cristo manifestava sua presença, por meio da bondade, da caridade e da solidariedade.

* baseado num conto popular.

Prof° José Ricardo

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

TIRANDO DÚVIDAS

1° Quando é que um aluno é aprovado por média na rede estadual de Pernambuco?

- De acordo com a instrução normativa de avaliação em vigor, é APROVADO por média o aluno que somando os quatro bimestres obter vinte e dois pontos e meio (22,5), o que na média anual é arredondado para seis (6,0).

2° O que acontece com quem tem menos de vinte e dois pontos e meio?

- Vai para a prova final, que é feita após as recuperações do IV bimestre.

3° O que é a Prova Final?

- A prova final é a última oportunidade do aluno recuperar-se e ser aprovado. Geralmente, ela tem dez quesitos e é constituída por questões objetivas (múltipla escolha), seu assunto é mais longo do que as das recuperações (normalmente é pedido o assunto de dois bimestres), mas isso pode variar de professor para professor.

4° Quanto o aluno deve tirar para ser aprovado na Prova Final?

- A nota mínima para ser aprovada é seis (6,0), independente de quanto o aluno tirou na média anual. Se a nota da prova final for inferior à nota da média anual, prevalece a média anual, mas o aluno fica REPROVADO.

5° Quem não passa na Prova Final tem mais alguma oportunidade?

- Sim, mas são duas situações diferentes. Para séries terminais (8ª série e 3° ano do ensino médio) existe a progressão especial, que é uma prova feita após a prova final. Nas demais, existe a progressão parcial, onde o aluno vai para a série seguinte "devendo" as disciplinas do ano anterior. Em ambas, o aluno só pode ficar em DUAS disciplinas. Quem reprovar em três ou mais de três, NÃO tem direito de fazer as progressões (parcial ou especial).

6° O Conselho de Classe pode aprovar ou reprovar algum aluno?

- O Conselho de Classe é a reunião de todos os professores de uma turma. Ele é autônomo para decidir sobre situações pendentes de alguns alunos. Em casos extremos, o Conselho pode interferir, a favor ou contra, algum aluno, mas a decisão final compete ao professor-titular da disciplina, que pode acatar, ou não, a opinião dos colegas. Se o professor estiver ausente da reunião, o Conselho tem poderes para decidir se o aluno é ou não aprovado.

Redação de Texto: Prof° José Ricardo