segunda-feira, 19 de setembro de 2011

ASSUNTOS DO 2° ANO INTEGRAL PARA O SIMULADO DO III BIMESTRE


HISTÓRIA

Primeiro Reinado

Período Regencial

Segundo Reinado

GEOGRAFIA

Geografia do Brasil

- Domínios Morfo-climáticos
- Vegetação
- Hidrografia

FILOSOFIA

Lógica

SOCIOLOGIA

Modos de Produção

- Modo de Produção Primitivo
- Modo de Produção Escravista
- Modo de Produção Asiático
- Modo de Produção Feudal
- Modo de Produção Capitalista
- Modo de Produção Socialista

ASSUNTOS DO 1° ANO INTEGRAL PARA O SIMULADO DO III BIMESTRE


HISTÓRIA

Idade Média

- Introdução à Idade Média
- Os Povos Bárbaros
- Feudalismo
- Idade Média Oriental: Civilizações Árabe e Bizântina
- Igreja Medieval
- As Cruzadas
- Cultura Eclesiástica Medieval

GEOGRAFIA

Geomorfologia

Aquecimento Global e as Mudanças Climáticas

FILOSOFIA

A Condição Humana
A Questão Antropológica

SOCIOLOGIA

Processos Sociais

- Cooperação
- Competição
- Conflito
- Acomodação
- Assimilação

Agrupamentos Sociais

- Grupos Sociais
- Agregados Sociais - multidão, público e massa

domingo, 18 de setembro de 2011

CALENDÁRIO DO SIMULADO DO III BIMESTRE

23/09 (SEXTA-FEIRA)

PORTUGUÊS
SOCIOLOGIA
FILOSOFIA
ARTES/INFORMÁTICA

26/09 (SEGUNDA-FEIRA)

FÍSICA
BIOLOGIA
GEOGRAFIA
EMPREENDEDORISMO

27/09 (TERÇA-FEIRA)

MATEMATICA
QUÍMICA
HÍSTORIA
ED. FÍSICA

domingo, 11 de setembro de 2011

WORLD TRADE CENTER - a simbologia de um atentado


por José Ricardo de Souza*

A série de atentados terroristas ocorridos no dia 11 de setembro de 2001 foi carregada de significados simbólicos escolhidos, aleatoriamente ou não, para chocar a opinião pública mundial e demonstrar as fragilidades do sistema de defesa norte-americano. A execução dos atos de terror foram meticulosamente planejados, de forma que, cada ação tivesse um efeito moral, ou melhor desmoralizante, como se fossem pequenos atos cirúrgicos, com o objetivo de mostrar ao mundo as feridas abertas no coração da América capitalista.

A escolha dos alvos, no caso o World Trade Center, o Pentágono, e provavelmente a Casa Branca, revelam que os terroristas pretendiam muito mais do que destruir alguns prédios, levando consigo alguns vidas inocentes. Seus objetivos tinham um alcance maior, mais amplo, pois estavam lidando com símbolos, verdadeiros ícones dos Estados Unidos, e que portanto, se fossem atingidos, teriam uma repercussão ímpar na sociedade americana. As armas escolhidas, no caso aviões que faziam vôos comerciais internos, também revelam uma predisposição em atacar os Estados Unidos, usando empresas de nacionalidade norte-americana (no caso a American Airlines e a United Airlines).

O principal alvo atingido, o World Trade Center, era muito mais do que dois grandes gigantes de concreto incorporados no conjunto arquitetônico de Nova Iorque, as torres gêmeas eram símbolos da prosperidade norte-americana. Nada poderia representar melhor o capitalismo globalizado do que o World Trade Center, pois lá existiam mais de 500 empresas, e circulavam por dia, aproximadamente mais de 100000 pessoas, das mais variadas nacionalidades (inclusive brasileiros), dentre turistas e pessoas que trabalhavam nas dependências dele. Podemos dizer que o World Trade Center era um micromundo que simbolizava o cosmopolismo nova iorquino, ou seja, o estereótipo da cidade dos sonhos de qualquer habitante do Terceiro Mundo, uma terra de oportunidades, como se referiu um dos brasileiros que lá vivem.

O tempo decorrido de aproximadamente vinte minutos entre um colisão de um avião e a outra, foi o suficiente para que as grandes redes de TV americana mostrassem em tempo real, para todo o mundo, o impacto do segundo Boeing contra o edifício. Numa escala planetária, milhões de pessoas assistiram toda a manipulação do horror terrorista do que pode ser considerado o maior e mais bem articulado atentado de todos os tempos. Ficou demonstrado a força veicular dos meios de comunicação, agora numa escala verdadeiramente globalizada, fazendo uso de recursos como satélites, TV a cabo, Internet, etc.

Atingir o Pentágono, outro símbolo do poderio norte-americano, foi mais outra ação ousada dos terroristas. No Pentágono estão sediados o Ministério de Defesa e o Estado Maior das Forças Armadas. A idéia que cerca o Pentágono sempre foi a de uma fortaleza inexpugnável, que jamais poderia ser atingida, monitorada pelo que há de mais avançado em serviços de segurança e inteligência. O ataque terrorista veio pôr toda essa premissa por terra. O Pentágono mostrou-se, tão vulnerável, como Nova Iorque, ou qualquer outro ponto que fosse escolhido para um ataque. Algo que, na época da Guerra Fria, poderia até ser pensada do ponto de vista de uma invasão externa, mas nunca imaginada a nível interno, ainda mais atingido por aviões tomados por seqüestro, e jogados contra o símbolo maior do belicismo americano.

Outros possíveis, ou prováveis alvos que foram citados, mais precisamente a Casa Branca e a casa de campo do presidente da república em Camp David, também possuem conotações simbólicas, pois ambas servem de residência para o chefe maior da nação, no caso o próprio presidente, além da coincidência (ou não) de que foi em Camp David que foram assinados vários acordos de paz entre palestinos e judeus. O ato de morrer num ataque suicida também possuí sua mística simbólica, pois terroristas que optam por esta vertente, acreditam piamente que lutam por uma causa sobrenatural, ou mesmo divina. Para eles, morrer para a honra e glória de Alá, não é o fim da existência em si mesmo, mas sim um caminho para a recompensa eterna, para a salvação do espírito, numa perspectiva mais ampla.

Os Estados Unidos não tiveram apenas perdas significativas no ponto de vista material e humano, mas principalmente nas simbologias que cercam o imaginário de qualquer povo ou cultura do mundo. O que mais causa dor na América ferida e duramente atingida, não é apenas a desmoralização pelos estragos ocorridos, mas também a marca da destruição em idéias, conceitos, paradigmas que fundamentaram a ideologia da supremacia norte-americana durante anos. Para se contrapor a isso, os norte-americanos tentam reabilitar seus símbolos. O uso constante da bandeira nacional, pode ser citado como um exemplo dessa busca pela auto-estima magoada e ferida após os atentados.

O autor é historiador, professor, escritor; membro da Academia de Letras e Artes da Cidade do Paulista.

Artigo publicado na Folha de Pernambuco, edição de 11 de setembro de 2002.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

ANIVERSARIANTES DO MÊS - setembro


01 – Fabyanne dos Santos (8ªA)

02 - Maria Conceição Dominique (1°A)

05 – Gleydson Carício (8ªA)

05 - Juliana de Fátima (1°A)

06 – Keylla Melina (1°B)

14 - Natália Wene (1°A)

17 – Karla Marianny (2°A)

19 – Narciso Varela (2°A)

22 – Maryana Maria (7ªA)

24 – Gisele Cabral (7ªA)

25 – Denílson Gomes (2°A)

26 - Eveliny Martins (1°B)

30 – Sidney Dias (7ªA)

Apesar de algumas dessas pessoas já terem aniversariado, ficam registrados meus sinceros votos de feliz aniversário, desejando a todos(as) vocês muitas felicidades e que esta data maravilhosa se repita por muitos anos, sempre em paz, saúde e prosperidade.

Prof° José Ricardo

domingo, 7 de agosto de 2011

UMA REFLEXÃO PARA O DIA DOS PAIS


por José Ricardo de Souza*

Acordar cedinho, tomar um ônibus, ir ao trabalho. Essa é rotina de milhares de homens espalhados pelo Brasil. Sob a sua responsabilidade, o peso de arcar com o sustento material de uma casa, proporcionar à esposa e aos filhos um mínimo de bem-estar, conforto, segurança e estabilidade. Zelar para que não falte isso ou aquilo, se preocupar quando vêm o final do mês e com ele as intermináveis contas a pagar... Como é difícil ser pai em nossos dias. É um desafio para poucos heróis, capazes de levar adiante o projeto de construir uma autêntica família.

Talvez as leitoras estejam se perguntando, mas e o papel da mulher? "Nós também somos trabalhadoras, e como mães responsáveis pela manutenção do lar". É verdade, vocês mulheres, são muito importantes no contexto da família, mas deixe-me falar do homem, do pai, do verdadeiro pai. Aliás, já notaram como a sociedade comemora muito mais o dia das mães do que o dia dos pais? Que pena, perdemos uma oportunidade ímpar para demonstrar nossa gratidão e respeito a este nosso herói, aquele que primeiro assumiu o compromisso de nos manter, cuidar, educar, dar a nós, como filhos, o melhor de si, ainda que em meio aos cansaços e estresses da vida. Como é bonito um pai carregando um filho nos braços, é a vitória da vida, que teima em renascer e aparecer a cada dia e a cada momento.

Antigamente, quando a televisão não ocupava o lugar principal da sala, e as famílias iam para os terraços e alpendres, havia entre pais e filhos maior diálogo, mais respeito e muita, mas muita compreensão. Eram tempos bons aqueles, em que uns se conheciam aos outros, e tanto pais como filhos podiam partilhar do aconchego de um lar verdadeiramente feliz. Havia brigas, divergências, é claro, mas todos sabiam como sair-se delas sem machucar, nem ferir ninguém, porque havia a lógica do perdão, o reconhecimento da ternura singela que permeava a relação pais e filhos. Passado o tempo da felicidade, vieram as mudanças da vida moderna, e a família nunca mais foi à mesma, perdeu sua estabilidade após a Lei do Divórcio, e ficou menos articulada quando o vídeo substituiu a cabeça que pensava, falava e aconselhava no meio familiar.

Quem perdeu com tudo isso foram nossas famílias, que hoje são constantemente agredidas e denegridas pelos falsos valores da novela, pelo programa que incita a violência gratuita e o bate-boca, pelo casal que transa sem respeitar as nossas crianças que estão na sala. E como se não bastasse tudo isso, ainda temos um governo que pouco faz para garantir o bem-estar de nossas famílias, jogadas numa sociedade violenta, poluída, sem uma política de educação, saúde e habitação, que exclui do mercado de trabalho milhares de brasileiros, condenados à fome, às favelas e à miséria.

O conceito de família é diluído entre falsos valores que pregam o liberalismo sem responsabilidades, o amor que não assume compromissos. O resultado está nas Varas de Família, onde centenas de mulheres buscam legalmente a pensão, que irresponsavelmente os ex-esposos se recusam a pagar. Ninguém mais fala em casamento, "juntam-se os troços" e está feita a família, que na maioria das vezes, se abriga na casa de um dos pais do casal.

Por tudo isso, é que insisto em afirmar o quanto é difícil assumir o papel do pai numa sociedade como a nossa. Numa determinada propaganda, dizia-se que não basta ser pai, tem que participar, e isso é uma regra básica para entender o mistério da paternidade, levado numa análise mais teológica, diria que Deus, como Pai, participou desse mistério no momento em que enviou Seu Filho, Jesus Cristo, encarnado como ser humano para resgatar a humanidade. Deus representa o exemplo maior de Pai, que se identifica na história de seus filhos, como Aquele que cuida, guia, ilumina e perdoa a todos nós, indistintamente, pois pela Sua graça, somos todos irmãos, somos todos iguais. A paternidade de Deus revela o poder do amor que se dá, sem nada esperar, a esperança que sempre indica a mínima das possibilidades como o caminho para a vitória e a luz que somente um verdadeiro pai é capaz de irradiar para seus filhos.

A sabedoria popular costuma dizer que "se um pai trata dez filhos, dez filhos não tratam um pai", não seria este um alerta da nossa ingratidão para com aqueles que tanto nos estimam? O que falta então para romper com essa nossa falha, enquanto filhos, pois como podemos celebrar o Pai celeste, esquecendo do pai terreno que Deus nos confiou como benção e dádiva divina? No Dia dos Pais, não exagere na importância de se dar um presente, pois o maior e melhor presente é a sua presença com o seu "Querido Velho". E caso o Pai Celestial tenha chamado para si seu pai terreno, não esqueça de que uma oração é sempre bem recebida no outro lado, afinal Deus ouve com carinho a oração de um filho, que aqui da Terra, ora pelo seu pai, que está lá nos céus.

PS.: deixo registrada minha homenagem póstuma a meu pai, José Rozendo: "Pai, descanse em paz, Amém"

* O autor é historiador, professor, escritor; membro da Academia de Letras e Artes da Cidade do Paulista.

ANIVERSARIANTES DO MÊS - Agosto


01 - Lucas Matheus (8ªA)

03 – Rebeka Pereira (8ªA)

06 – Richard Andrew (8ªA)

09 – José Carlos (8ªA)

18 – Cledson Fernando (2ªA)

12 – Nylton Antônio (1ªA)

13 – Débora Lisboa (1ªA)

16 – Daniel Nunes (7ªA)

19 – Sayara Luiza (8ªA)

20 – Jefferson Batista (8ªA)

24 – Rebeca Ferreira (8ªA)

27 – Ewelin Bernardo (1ªA)

28 – Yasmim Mikaelly (1ªB)

29 – Amanda Alves (1ªB)

Aos aniversariantes do mês desejo muitas felicidades e que aproveitem bem o melhor presente que Deus lhes deu que é a VIDA. Por isso, vivam intensamente cada momento, amem o próximo, respeitem a si mesmos, aos outros, à natureza e ao Pai Criador. E nunca se esqueçam de ter um ideal, um rumo, um sentido para a sua vida. Meus sinceros e fraternais parabéns.

Prof° José Ricardo