segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

💪🍺 CANECA DA LIBERDADE 👊🗡 Episódio 13

👊 📰💪 🧓 💪📜 👊

⚖👨‍✈ Após a rendição da Divisão Constitucional da Confederação do Equador em 29 de novembro de 1824 na fazenda do Juiz, Frei Caneca e seus companheiros foram trazidos para o Recife, onde chegaram em 17 de dezembro. A comissão militar presidida por Francisco de Lima e Silva com o objetivo de julgar os envolvidos na Confederação do Equador começou seus trabalhos em 20 de dezembro. Sob Frei Caneca, segundo constam nos autos, pesavam as acusações de "rebelião e disseminação de ideias que poderiam provocar a divisão das províncias e destruir a integridade do império". Em sua defesa, ele alegou que não pegou em armas, não propôs uma "separação do império", e que agiu em favor do próprio D. Pedro I, quando este ainda era um "constitucionalista. A acusação usou e abusou das edições publicadas do Typhis Pernambucano, que acabaram se tornando as principais peças condenatórias contra o frei.

A sentença de Frei Caneca foi estabelecida de imediato e em definitivo. Na véspera do natal de 1824, ele foi condenado pelos crimes de "sedição e rebelião contra o Império" à pena capital, por enforcamento, um método menos nobre de condenação (naquela época os mais ricos eram submetidos ao pelotão de "fuzilamento"). Agostinho Bezerra Cavalcanti e Francisco de Souza Rangel também receberam suas condenações na mesma noite. O major dos pretos, como Agostinho Bezerra ficou conhecido, seria executado em 21 de março de 1825; já Francisco de Souza conseguiu o perdão imperial.

Muitos foram os pedidos de clemência a D. Pedro I para poupar a vida de Frei Caneca, mas sem sucesso. O destino dele já estava selado antes mesmo do julgamento. Na noite que antecedeu sua morte, 12 de janeiro de 1825, Frei Caneca confessou-se pela última vez e recebeu do Frei Carlos de São José e Souza, prior dos Carmelitas, a comunhão e o Sagrado Viático, que prepara a alma para a passagem da vida terrena para a vida eterna. Suas últimas horas foram de serenidade e de reflexão. Aproveitou para escrever cartas para suas afilhadas, na verdade filhas, e poemas, dentre eles o famoso Hymma de Frei Caneca, de onde se lê "Quem passa a vida que eu passo, não deve a morte temer; com a morte não se assusta, quem está sempre a morrer".

Numa manhã de quinta-feira, 13 de janeiro de 1825, por volta das 9:00 h., saem da Casa de Câmara e Cadeia (atual Arquivo Público João Emerenciano) o cortejo militar conduzindo Frei Caneca, que passou pela rua do Imperador, e parou na Igreja do Terço, onde Dom Coelho da Silva Coutinho, Arcebispo do Rio de Janeiro, fez a destituição das vestes sacerdotais de Frei Caneca, uma forma simbólica de tirar dele qualquer aura religiosa e matá-lo como uma pessoa comum.

Após a negação de três carrascos, e de alguns detentos, a pena de morte foi comutada (mudada) para arcabuzamento. Suas últimas palavras foram: "não me deixem padecer por muito tempo". Até hoje se acredita que até Nossa Senhora do Carmo pediu pela vida do frei, aparecendo aos soldados durante a execução, sendo que um deles passou mal e desfaleceu. A morte se deu próximo ao local onde hoje se encontra o busto do Frei Caneca ao lado da Forte das Cinco Pontas. Seu corpo foi levado por dois detentos num caixão de pinho até a Igreja de Nossa Senhora do Carmo e sepultado em local até hoje desconhecido. Frei Caneca morreu com 45 anos. Deixou três filhas, Carlota, Ana e Joana, e um lema que ecoou para a eternidade: quem bebe da minha caneca sente sede de liberdade! ✨️ 👏👏👏👏👏👏

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domingo, 12 de janeiro de 2025

💪🍺 CANECA DA LIBERDADE 👊🗡 Episódio 12

👊 📰💪 🧓 💪📜 

💣💥 A resistência dos pernambucanos que lutavam na Confederação do Equador estava cada vez mais enfraquecida quando em 11 de setembro de 1824 as tropas comandadas por Francisco de Lima e Silva chegaram ao Engenho Suassuna, após driblar a Ponte dos Carvalhos sobre o Rio Jaboatão – existem especulações de que houve uma sabotagem na guarnição sobre a ponte para facilitar o acesso dos imperiais. A esta altura, a fortaleza das Cinco Pontas já estava sob controle das tropas de Lima e Silva, enquanto que os confederados controlavam a fortaleza do Brum e do Buraco. Manoel de Carvalho Paes de Andrade capitulou, um eufemismo para rendição mesmo, em 12 de setembro de 1824, assinalando assim o fim da Confederação do Equador em Pernambuco.

A Câmara de Olinda se reuniu em 14 de setembro e pediu uma trégua de três dias para reorganizar a província, mas Lima e Silva recusou a proposta. Nem todos acataram a rendição de Paes de Andrade. Ainda havia quem acreditasse na vitória contra o autoritarismo de D. Pedro I. E Frei Caneca era um deles! Ele estava entre os insurgentes que, no dia 16 de setembro, partiram de Olinda para reforçar a luta no Ceará. Eles chegaram em Vicência (PE) e no dia 22 de setembro realizaram uma assembleia no Engenho Poço Comprido. Nascia ali o exército de resistência chamado Divisão Constitucional da Confederação do Equador, sob o comando geral de José Vitoriano Delgado de Borba Cavalcanti.

Ao longo de 71 dias a coluna insurgente com seus 3000 soldados percorreu o interior de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará tentando com lutas e escaramuças manter viva a chama do movimento de 1824. Estes feitos estão registrados num diário de guerra chamado "itinerário que Frei Joaquim do Amor Divino Caneca fez, saindo de Pernambuco a 16 de setembro de 1824, para província do Ceará Grande", que narra os momentos em que Caneca estava ao lado de seus companheiros, dentre eles, João Soares Lisboa, Francisco de Souza e o coronel José Antônio Ferreira. As ações são datadas até o dia 22 de dezembro de 1824.

A épica luta dos confederados estava, entretanto, com os dias contados. Em 29 de novembro de 1824 na Fazenda do Juiz, no sul do Ceará, de propriedade dos monges beneditinos, a Divisão Constitucional da Confederação do Equador foi cercada pelas tropas imperiais e não restou outra saída a não ser a rendição. Na ocasião foram presos, Agostinho Bezerra Cavalcanti (que ficou conhecido como o "Major dos Pretos") e claro, Frei Caneca. A rendição tinha como uma das condições um tratamento clemente por parte do governo imperial, o qual não foi cumprido. Todos os rebeldes sobreviventes foram presos. Dezoito deles, entre os quais Frei Caneca, foram considerados líderes da revolta. 😟😦😧

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sábado, 11 de janeiro de 2025

💪🍺 CANECA DA LIBERDADE 👊🗡 Episódio 11

👊 📰💪 🧓 💪📜 👊

📜🙋🏼‍♂️ Com a leitura de um Manifesto dirigido às províncias do norte em 2 de julho de 1824, coincidentemente um ano após a expulsão dos portugueses da Bahia – até hoje a Independência na Bahia é comemorada no dia dois de julho –, por Manuel de Carvalho Paes de Andrade, presidente da província de Pernambuco eleito em de 8 janeiro de 1824 e confirmado pelo Grande Conselho em 7 de abril de 1824, começou o movimento que entrou para a história com o nome de CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR, de cunho federalista, republicano e constitucionalista. As últimas palavras do manifesto de Paes de Andrade eram um chamado para a luta que viria: "o momento é este, salvemos a honra, a pátria e a liberdade, soltando o grito festivo: Viva a Confederação do Equador!"

Frei Caneca estava de frente no processo revolucionário junto com Paes de Andrade, que convocou para o dia 17 de agosto uma reunião do Grande Conselho em Recife, que não chegou a acontecer. Os ecos rebeldes pernambucanos ressoaram em outras províncias: em 26 de agosto de 1824 o Grande Conselho do Ceará se reuniu em Fortaleza e proclamou uma república com Tristão Gonçalves de Alencar Araripe, filho de Bárbara Pereira de Alencar, a primeira mulher a ser presa no Brasil por motivação política, consequência de sua ativa participação nos eventos de 1817 no Ceará. Além do Ceará, também aderiram à Confederação do Equador a Paraíba e o Rio Grande do Norte.

A reação da corte imperial sediada no Rio de Janeiro foi precisa e imediata. D. Pedro I mandou para Pernambuco tropas, navios de guerra, comandados por militares brasileiros e mercenários estrangeiros. A força naval partiu do Rio de Janeiro com a nau d. Pedro I, a corveta Carioca, o brigue Maranhão, e os navios Harmonia e Caridade, chegando em Recife em 18 de agosto de 1824. As tropas terrestres do general Francisco Lima e Silva, compostas por 1.200 homens, desembarcaram em Alagoas e subiram para Pernambuco com o reforço dos Jacuípe (indígenas) e de tropas leais a Paes Barreto, o Morgado do Cabo.

O episódio mais tenso e pouco conhecido desta fase da luta entre imperiais e confederados pernambucanos é o bombardeio ao Recife em 28 de agosto de 1824, comandado pelo Almirante escocês Thomas Cochrane, e ordenado por Lima e Silva para forçar a rendição dos pernambucanos. Não sabe ao certo o número de mortos, mas há estimativas de que dez pessoas morreram neste ataque, e mesmo assim, os pernambucanos não baixaram a guarda. Mais uma vez o porto foi bloqueado, deixando a situação ainda mais complicada para os pernambucanos. O recuo das tropas rebeldes para o interior foi a alternativa encontrada para dar um novo fôlego às tropas e milícias que ainda lutavam ao lado de Paes de Andrade e Frei Caneca. 😠👊⚔👊😤

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

💪🍺 CANECA DA LIBERDADE 👊🗡 Episódio 10

👊 📰💪 🧓 💪📜 👊

🚢👨‍✈ O clima ficou ainda mais tenso em 31 de março de 1824 com a chegada ao Recife de uma divisão naval composta pelas fragatas Niterói e Piranga. Seu comandante, o militar inglês John Taylor, veio com ordens expressas para garantir a posse de Paes Barreto, inclusive com uso da força militar. Uma nova reunião com o Grande Conselho se deu em 7 de abril de 1824 e os 319 conselheiros escolheram Frei Caneca como secretário dos trabalhos. Adivinhem o resultado? Seguindo o voto de Caneca, os membros do Conselho decidiram referendar (confirmar) a vitória de Paes de Andrade!

A reação de Taylor foi imediata: no mesmo dia ele mandou bloquear o porto, e este bloqueio se estendeu por três longos meses. A medida trouxe prejuízos para a população urbana do Recife, que assistiu assustada a um aumento desenfrado dos preços, principalmente dos alimentos, gerando grave crise no setor econômico da capital da província.

A Câmara de Recife se reuniu em 6 de junho de 1824 para jurar a Constituição outorgada por D. Pedro I em 25 de março de 1824. Frei Caneca discursou contra o poder moderador, a Constituição de 1824 e o bloqueio do porto do Recife. "...É sem questão, que a mesma nação, ou pessoa de sua comissão, é quem deve esboçar a sua constituição, (...); portanto como Sua Majestade não é nação, não tem soberania, nem comissão da nação brasileira para arranjar esboços de constituição e apresentá-los, não vem este projeto de fonte legítima, e por isso se deve rejeitar (...)", declarou ele em seu voto no Grande Conselho, que aprovou o voto de Caneca e não recebeu, nem jurou a Constituição imposta.

Em 22 de junho de 1824, militares do Batalhão dos Homens Pardos, liderados por Emiliano Felipe Benício Munduruku, se rebelaram. Foram contidos por Agostinho Bezerra Cavalcanti Souza, capitão de granadeiros do Batalhão dos Henriques, e que ficaria conhecido como "major dos pretos". A tensão aumentaria ainda mais com o Decreto da suspensão do tráfico negreiro de 3 de julho de 1824. No dia seguinte, Manoel de Carvalho convocou o Grande Conselho no Recife. Estava começando a Confederação do Equador. 😠⚔😤 

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💪🍺 CANECA DA LIBERDADE 👊🗡 Episódio 9

👊 📰💪 🧓 💪📜 👊

💣💥 Apesar da coincidência nominal entre PAES DE ANDRADE, o eleito pelos pernambucanos para assumir o governo da província, e PAES BARRETO, o Morgado do Cabo indicado por D. Pedro I para ser o governador, a pretendida PAZ entre os pernambucanos estava ameaçada. O que estava em jogo neste contexto era a autonomia conquistada pelos pernambucanos desde a Junta Governativa de Goiana e a Convenção de Beberibe, ambas de 1821, que deixavam claro que os pernambucanos não se submeteriam aos desejos da corte imperial sediada no Rio de Janeiro.

Frei Caneca desde a eleição de 8 de janeiro de 1824 se posicionou favorável ao grupo que apoiava Paes de Andrade. E continuou denunciando as arbitrariedades de D. Pedro I no Typhis Pernambucano, contando ainda com o reforço de outro jornalista, o baiano Cipriano Barata, que escrevia o jornal Sentinela da Liberdade. Ambos fariam oposição ferrenha tanto a D. Pedro I, quanto a Paes Barreto.

Diante do impasse formado sobre quem deveria governar a província, várias câmaras municipais pernambucanas se reuniram em fevereiro de 1824 e confirmaram a vitória de Manoel de Carvalho Paes de Andrade, alegando que o próprio Francisco Paes Barreto havia renunciado ao cargo no final de 1823.

Inconformado com a decisão, Paes Barreto chegou a pedir para que o governador das Armas José de Barros intercedesse em seu favor, mas este recusou-se, alegando que o problema deveria ser resolvido por civis. Tropas leais a Pais Barreto cercaram o Palácio do Governo e prenderam Paes de Andrade em 20 de março de 1824 na fortaleza do Brum em Recife. A quartelada foi um fracasso, pois tropas e populares de armas em punho conseguiram libertá-lo. 🙋🏼‍♂️⚔🙋‍♂️⚔🙋🏿‍♂️

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

💪🍺 CANECA DA LIBERDADE 👊🗡 Episódio 8

👊 📰💪 🧓 💪📜 👊

📜👎 O fechamento da Assembleia Constituinte na madrugada de 12 de novembro de 1823, episódio que entrou para a História com o nome de "Noite da Agonia", matou o sonho de uma Constituição liberal que limitasse o absolutismo dos Braganças. E sob o parto do despotismo, nasceu a primeira Constituição brasileira, feita à portas fechadas por dez pessoas de confiança de D. Pedro I, e outorgada (imposta) em 25 de março de 1824.

Em seus escritos no Typhis Pernambucano, de número XXV de 8 de julho de 1824, Frei Caneca fez algumas reflexões acerca da proclamação da Carta de 1824. Do longo texto, uma frase não passa desapercebida: "Portanto, oh brasileiros, acordai e atendei aos vossos verdadeiros interesses!". Fica claro o descontentamento dele e sua frustração com os rumos que o Império brasileiro estava tomando. Logo ele que era um constitucionalista convicto e que defendia que as províncias fossem autônomas e legitimamente representadas no governo central.

A autonomia provincial pernambucana vai ser mais uma vez posta à prova por D. Pedro I em 1824. Em 8 de janeiro de 1824, há exatos 201 anos completados hoje, os pernambucanos elegeram Manoel de Carvalho Paes de Andrade e Natividade Saldanha, respectivamente, como presidente e secretário da província de Pernambuco, em oposição à nomeação de Francisco Paes Barreto (Morgado do Cabo) pelo imperador Dom Pedro I. Manoel de Carvalho foi o responsável pela proclamação da Confederação das Províncias Unidas do Equador, em 2 de julho de 1824. Frei Caneca seria seu fiel aliado neste movimento constitucionalista-republicano.

A eleição confirmou também o nome do Coronel José de Barros Falcão Lacerda, que havia combatido na épica Batalha do Pirajá (11 de novembro de 1822), para assumir o cargo de Governador das Armas. O que tem em comum Frei Caneca, Paes de Andrade e Barros Falcão? Todos eles participaram dos eventos revolucionários de 1817! 💪⚔👊

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terça-feira, 7 de janeiro de 2025

💪🍺 CANECA DA LIBERDADE 👊🗡 Episódio 7

👊 📰💪 🧓 💪📜 👊

😠⚔😤 A instabilidade política na província de Pernambuco aumentou com a tentativa de golpe feita por Pedro Pedroso em 21 e 28 de fevereiro de 1823 – ele acabou sendo preso e mandado para o Rio de Janeiro –, e com a renúncia da Junta dos Matutos em setembro de 1823.

Enquanto isso Frei Caneca mantinha uma rotina de grande produção literária. Autodidata por princípio e intelectual por formação, foi nessa fase que ele escreveu por exemplo, a famosa "Dissertação sobre o que se deve entender por pátria do cidadão e deveres deste para com a mesma pátria" (1822), inspirada na Filosofia do Direito, sob o enfoque das categorias do pensamento iluminista.

Em 1823, ele redigiu "O Caçador atirando à Arara Pernambucana" e as "Cartas de Pítia a Damão"; mas sem sombra de dúvidas o que marcou a trajetória intelectual dele neste ano foi a publicação da primeira edição do jornal Thypis Pernambucano, que saiu em 25 de dezembro de 1823 e teve 28 edições – a última publicada em 5 de agosto de 1824. A escolha do nome Typhis para o jornal não poderia ter sido mais adequado. Typhis era o nome do piloto da mitológica nau dos argonautas, um grupo de heróis gregos que cruzava os mares para cumprir missões arriscadas.

O Typhis Pernambucano virou um jornal panfletário que criticava com coragem as arbitrariedades praticadas pelo então imperador D. Pedro I, que ficaram ainda mais visíveis quando na madrugada de 12 de novembro de 1823 mandou as tropas imperiais, sob o comando do brigadeiro José Manuel de Morais, cercarem e fecharem a Assembleia Constituinte que preparava a primeira Constituição brasileira, com a prisão inclusive de José Bonifácio de Andrada e Silva, que tinha sido o principal aliado de D. Pedro durante o processo da Independência. 😕🙁☹️

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